quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Pausa

Os motivos que me trazem aqui não são necessariamente os melhores, mas podem também não ser os piores, só o tempo o dirá. A verdade é que ultimamente têm sido bastante poucos os comentários que recebo, a quem o fez o meu MUITO OBRIGADA. Por isso não sei se lêem, se gostam, se não gostam, basicamente não sei nada. Isso deixa-me sem vontade de continuar a escrever, pois sinto que continuar ou não é indiferente, ninguém vai notar.
Por todos estes motivos decidi fazer uma pausa (não sei se permanente) nesta fic.
Beijinhos, Sofia Carvalho

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

52º Capitulo

Eu e a Matilde entrámos em casa já descalças, os saltos davam cabo de nós. Enquanto os rapazes foram até à cozinha ver o que havia para comer, uma vez que já estavam com fome, nós fomos até à sala e sentámo-nos no sofá.
Gostei tanto do nosso dia de hoje. - dizia-me a Matilde com um enorme sorriso.
Também eu... Sabes uma coisa? Sou feliz!!
Ai Sofi o que fizemos nós para merecer isto? É tudo tão perfeito..
Para te ser sincera não sei e, por vezes, começo a pensar como o David e acho que Deus deu uma mãozinha nisto.
Pois, se calhar... - depois disto fizemos um breve silêncio, que eu interrompi.
Há bocado estava a pensar, como estará o nosso Pedro e a nossa Ritinha?
Não sei, mas já tenho saudades deles, da confusão da nossa casa... Temos de lhes ligar.
Ya, amanhã a ver se ligamos.
Fomos interrompidas pelo Rúben e pelo David, que traziam uma sandes cada um e comiam como se não vissem comida há cinco dias. Sentaram-se no outro sofá que havia na sala e ainda estivemos para aí uns 45 minutos os quatro na conversa. Como já estávamos a precisar de descansar decidimos subir para os quartos. Levantei-me do sofá e calcei os sapatos.
Oh Sofia mas tu estás a calçar os sapatos para quê? - perguntava a Matilde.
Estou a calçar os sapatos para quê? Sei lá eu... - respondi tal era o meu cansaço.
Entrei no quarto à frente do David, ele fechou a porta e rapidamente me agarrou pela cintura com um braço.
Cê não pense que agora se escapa. - sussurrou-me ao ouvido. Ri baixinho em forma de concordância à ideia dele. Encostei a minha cabeça para trás, no ombro dele, enquanto ele me beijava o pescoço e o ombro que se encontrava despido. Ele começou a andar para trás e foi de encontro à parede. As minhas mãos procuraram os caracóis dele e ele percorria cada milímetro do meu corpo, até que parou nos meus seios e os acariciou, o que me fez respirar fundo. Numa fracção de segundo virei-me para ele e tirei-lhe a t-shirt. Mas ele rapidamente me voltou a virar de costas para ele.
Hoje sou eu quem manda. - proferiu o David.
As mãos dele passeavam por todo o meu corpo, cada toque seu era como se queimasse a minha pele. Acabou por me tirar o vestido e eu já me tinha visto livre dos sapatos... A ânsia para sentir os seus lábios nos meus aumentava, até que tornei a virar-me para ele e os juntei, como se fossem o ar que eu precisava para respirar. Cada toque, cada beijo, cada segundo me faziam acreditar mais naquele amor que estava agora tão carnal. Por momentos deixei de estar ali e pensei em como encontrei o homem da minha vida, como tudo a seu lado era perfeito e tão natural. Sentia apenas os seus lábios e as suas mãos a viajar pelo meu corpo onde apenas restava uma peça de roupa. "Acordei desta transe" quando senti o meu corpo embater na parede e quase não conseguir respirar devido à pressão que o David fazia sobre mim. Apoderei-me dos seus caracóis e rapidamente as minhas pernas rodearam a sua cintura. A sua respiração estava mais acelerada que nunca e a minha ia pelo mesmo caminho.. Mais uma vez tornámo-nos um só e atingimos o culminar de todo o nosso desejo.
Quando finalmente caímos na cama já passava das quatro da manhã. Como sempre eu estava deitada sobre o peito do David e como em tantas outras noites, com os meus dedos, fazia linhas imaginárias sobre os seus abdominais.
Amo-te. - disse-lhe levantando a cabeça e olhando-o nos olhos.
Também te amo muitão. - deitei-me em cima dele e beijei-o.
Deixas-me imensamente cansada, é verdade. - aqui um sorriso malandro invadiu as nossas caras.  - Mas não me imagino mais sem ti.
Cansada?? Cê é fraquinha... - gozou-me e por isso dei-lhe uma palmada. - Quero-te para sempre, minha gata.
Dei-lhe mais uns beijinhos e voltei a aconchegar-me sobre o seu peito. O sono não demorou a apoderar-se de nós, tal era o nosso cansaço. Mas a verdade é que o descanso não ia demorar muito. Acordei sobressaltada com o som do meu telemóvel e o meu susto fez o David acordar. O despertador marcava 5h50min.
Posha quem é a uma hora destas?? - resmungava o David tirando os caracóis desalinhados que caiam sobre o seu rosto.
Não lhe respondi, apenas carreguei na tecla verde do telemóvel que me permitiria atender a chamada e encostei-o ao ouvido ainda sem saber quem era. Do outro lado apenas ouvi alguém gritar:
SOFIII A VITÓRIA VAI NASCER!!
Fiquei logo desperta e sem qualquer réstia de sono. Ajoelhei-me na cama e tentei perceber tudo o que se estava a passar.
A sério?? E tu estás onde? - o David ficou a olhar, curioso, para mim devido à última pergunta que fiz. Tapei o zona do telemóvel que captava e meu som e esclareci-o. - A nossa afilhada vai nascer. - a felicidade invadiu-nos o rosto.
Estou a caminho do Hospital... com a Andreia. - o nervosismo estava implícito na voz dele.
Oh Fábio e tu vais a conduzir e a falar ao telemóvel?
Não consegui pôr em alta-voz, isto é muito stress. Calma (ouvi-o dizer com certeza para a Andreia)
Mano respira e põe isso em alta voz, senão eu desligo. Não te quero a conduzir e a falar ao telemóvel.
Ok... Já está. - agora era-me perceptível a respiração da Andreia.
Olá.. Sofi. - saudou-me a Andreia por entre a sua respiração já treinada nas aulas de preparação para o parto.
Olá minha mamã mais linda. Estás com contracções de quanto em quanto tempo?
De 3 em... 3 minutos.
Oh meu Deus a minha afilhada vai mesmo nascer!! - conclui e o David sorriu.
Olha mana vou ter de desligar, já estamos mesmo a chegar e se eu demoro mais um segundo acho que a minha filha ainda nasce aqui no carro..
Está bem papá. Liga assim que puderes. Boa sorte minha princesa.
A chamada terminou e eu e o David permanecemos deitados e em silencio à espera de mais novidades. Embora cansados a ansiedade vencia o sono e nenhum de nós fechou, sequer, os olhos. Quase meia hora depois o meu telemóvel voltou a tocar. Atendi rapidamente e coloquei em alta-voz.
Parabéns madrinha babada, tens uma afilhada linda, linda, linda.
Oh a sério?? Quero tanto vê-la... - estava a adorar o Brasil mas neste momento o que mais queria era estar em Portugal.
Já não falta tudo.
Parabéns mano, agora tem de ter juízo e olho nos moleques que se vão meter com ela.. - felicitou-o o David sem deixar de o picar.
Obrigadão puto. Podes crer que vou ter.
Mano a Andreia como está?
Está bem, está a ser cosida e levaram a Vitória para a aspirar e assim..
E estão aí sozinhos?
Achas?? Estão cá os meus sogros, os meus tios e o Nuno vem a caminho.
Um padrinho às direitas, muito bem. Mas fogo, só eu é que não estou aí. - a tristeza apoderou-se do meu rosto. O David deu-me um leve beijo na testa como consolo.
Oh princesa estás a aproveitar as tuas férias, bem merecidas, não há problema nenhum. E estiveste sempre em contacto. Embora te tenha acordado, não foi?
Sim, cá são seis da manhã.
Desculpa.
Achas que há problema?? Deixa-te disso. Agora estou desejosa de ver a minha princesa.
Vais ver que o tempo passa rápido. Olha trouxemos o peluche que compraste para ela.
Assim espero. Oh a sério? Tão queridos.
Olha a enfermeira veio dizer-me que já posso ir buscar a Vitória para a levar à Andreia.
Ok, vai lá. Beijinhos e vai dando noticias.
Abraço mano e parabéns. - disse o David.
Obrigado. Beijos e abraços.
Voltei a colocar o telemóvel na mesa de cabeceira.
Notaste bem o orgulho na voz dele? - perguntei ao David.
Claro, né? Quando for a minha vez também tenho certeza que vou ficar assim..
Mas isso ainda falta, amor.
Eu sei, temos tempo.
Ai, já sou madrinha!! - festejei como uma criança.
Nisto o meu telemóvel dá sinal de mensagem..
Posha, cê hoje está concorrida.
Peguei no telemóvel e vi que era uma mms. Abri-a e nesse preciso momento uma lágrima escorre pelo meu rosto. O Fábio tinha mandado uma foto da Vitória e dizia "Para a minha super madrinha que está longe e desejosa de me conhecer.. Beijinhos melhor madrinha e tio caracóis. Vi*"
Ela é tão linda.
É mesmo!! E eu sou o tio caracóis, cê já viu?
Pois é amor. - juntei os nossos lábios num beijo apaixonado. - Tenho de mostrar a minha princesinha ao resto do pessoal.
Eles estão dormindo.. - pronunciou o David como que a avisar-me.
Quero lá saber, acordam!! - sai do quarto de telemóvel na mão e com a pressa de chegar ao da Matilde e do Rúben. E o David seguiu-me, embora antes disso me tenha chamado louca.

Bem meninas, antes de mais OLÁÁ!! Como prometi cá estou eu de regresso e agora em força, espero. ;)
Deixo-vos mais um capitulo e espero que gostem muito e comentem. Os vossos comentários com certeza me darão mais força para continuar. xD
Desculpem, mais uma vez, tão prolongada demora, mas agora vai ser sempre a abrir. :D
Disfrutem e comentem muito, quero saber o que pensam. Beijinhos, Sofia Carvalho*

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Comunicado

Boa noite meninas. Pois é há imenso, mas mesmo imenso tempo que não posto nessa fic e isso deve-se à exigência e maior importância dos estudos. Por tudo isso ainda não tive tempo de acabar o 52º capitulo e a imaginação para esta fic também tem andado fraquinha.. :(
Peço que não desistam de a ler e a partir de Agosto voltarei em força. ;)
Só mais um pedido. xD Passem pela outra fic: Uma Aventura Musical.

Fiquem bem, beijinhooooosss!!
Sofia*

quarta-feira, 25 de maio de 2011

52º Capitulo (preview)

Eu e a Matilde entrámos em casa já descalças, os saltos davam cabo de nós. Enquanto os rapazes foram até à cozinha ver o que havia para comer, uma vez que já estavam com fome, nós fomos até à sala e sentámo-nos no sofá.
Gostei tanto do nosso dia de hoje. - dizia-me a Matilde com um enorme sorriso.
Também eu... Sabes uma coisa? Sou feliz!!
Ai Sofi o que fizemos nós para merecer isto? É tudo tão perfeito..
Para te ser sincera não sei e, por vezes, começo a pensar como o David e acho que Deus deu uma mãozinha nisto.
Pois, se calhar... - depois disto fizemos um breve silêncio, que eu interrompi.
Há bocado estava a pensar, como estará o nosso Pedro e a nossa Ritinha?
Não sei, mas já tenho saudades deles, da confusão da nossa casa... Temos de lhes ligar.
Ya, amanhã a ver se ligamos.
Fomos interrompidas pelo Rúben e pelo David, que traziam uma sandes cada um e comiam como se não vissem comida há cinco dias. Sentaram-se no outro sofá que havia na sala e ainda estivemos para aí uns 45 minutos os quatro na conversa. Como já estávamos a precisar de descansar decidimos subir para os quartos. Levantei-me do sofá e calcei os sapatos.
Oh Sofia mas tu estás a calçar os sapatos para quê? - perguntava a Matilde.
Estou a calçar os sapatos para quê? Sei lá eu... - respondi tal era o meu cansaço.
Entrei no quarto à frente do David, ele fechou a porta e rapidamente me agarrou pela cintura com um braço.
Cê não pense que agora se escapa. - sussurrou-me ao ouvido. Ri baixinho em forma de concordância à ideia dele. Encostei a minha cabeça para trás, no ombro dele, enquanto ele me beijava o pescoço e o ombro que se encontrava despido. Ele começou a andar para trás e foi de encontro à parede. As minhas mãos procuraram os caracóis dele e ele percorria cada milímetro do meu corpo, até que parou nos meus seios e os acariciou, o que me fez respirar fundo. Numa fracção de segundo virei-me para ele e tirei-lhe a t-shirt. Mas ele rapidamente me voltou a virar de costas para ele.
Hoje sou eu quem manda. - proferiu o David.

Olá meninas, espero que continuem a seguir a fic. Desculpem a irregularidade de posts, mas a escola está na recta final e o trabalho aperta e muitooo. Espero que continuem a ler e a deixar os vossos comentário ;)
Beijinho, Sofia Carvalho

sábado, 9 de abril de 2011

51º Capitulo

Parámos de nadar, mas eu naquela zona já não tinha pé.
David eu aqui não tenho pé, temos de ir mais para trás. - reclamei.
Vem cá. Que refilona cê me saiu. - puxou-me para ele e beijou-me. - Então veja lá se se afoga. - realmente com ele a agarrar-me ficava muito melhor
Que piada oh zuca. - ripostei.
Ele apertou-me mais contra o seu corpo e enterrou a sua cara no meu pescoço, ia me dando pequenos beijos, que me faziam soltar pequenas gargalhadas. Parou e olhou para mim, sorriu. Eu fiquei hipnotizada com o seu olhar, aqueles olhos verdes tiravam-me do sério, o olhar dele era tão verdadeiro... E transmitia-me tanta segurança. Comecei por lhe dar pequenos beijos no rosto, até chegar à sua boca. Finalmente os nossos lábios juntaram-se e as nossas línguas, essas dançavam num ritmo apaixonado e vibrante. Já se entendiam na perfeição, já se conheciam a 100%. As minhas pernas rodearam o tronco do David, como se o quisessem prender para o resto da vida, o desejo apoderava-se de nós. A água fazia os nossos corpos balançarem e por breves momentos esquecemos a presença de qualquer pessoa naquela praia. Os caracóis molhados do David, por vezes, faziam pequenos salpicos de água pousar sobre o meu rosto, o gosto salgado dos nossos lábios dava sabor àquele momento. O desejo que nos consumia era incontrolável e embora estivéssemos num sitio publico naquele momento só existíamos nós. Se era do clima, do calor?! Quem saberia? Apenas de uma coisa tínhamos a certeza, mais do que a relação carnal presente naquele momento, havia amor. As mãos do David pousaram sobre as fitas que prendiam a parte de cima do meu biquíni ao meu corpo.
David.. - hesitei perante a acção dele. Ele beijou-me.
Cê sabe uma coisa? Te amo, te amo, te amo. - Sorri e beijei-o. Qual não é o meu espanto quando olho para a beira-mar e vejo o Ruben como se estivesse à procura de alguém.
E cê sabe uma coisa? - o David acenou que não esperando uma declaração como a que me tinha feito segundos antes. - Alguém anda nos procurando. - e com o olhar indiquei-lhe a direcção do Ruben.
Não acredito toda a gente nos interrompe hoje.
Pois é. Mas de manhã safaste-te ou não?
Safei sim. - olhou-me com um sorriso malandro e beijou-me novamente cheio de paixão.
Agora é melhor irmos porque o Rúben me parece um bocado desorientado.
Vamo' lá então.
Nadámos finalmente na direcção do Rúben, que parecia uma barata tonta a olhar para todos os lados. Quando chegámos perto dele fomos alvo de algumas perguntas, mas arranjámos uma desculpa para termos ido para tão longe. O Rúben como se queria despachar, porque tinha deixado a Matilde sozinha na toalha nem ligou mais ao assunto. Quando chegámos perto das toalhas estava a Matilde, deitada de barriga para baixo, a torrar ao sol. Não pensei em mais nada e torci o meu cabelo, de modo a que a água que estava incorporada nele saísse, para cima das costas dela. Num acto irreflectido e sem se lembrar de que estava num sitio público a Matilde soltou um grito e deixou toda a gente a olhar para nós. A nossa mais valia era o facto de ali os nossos namorados não serem assim tão conhecidos.
Ai Sofi Maria nem sei o que te faço... - ralhava ela.
Não fazes nada. - respondi-lhe ao mesmo tempo que lhe deitava a língua de fora em jeito de provocação.
Bem minha gente e irmos almoçar não? - perguntou o Ruben.
Me parece boa ideia. - assentiu o David.
Sim por mim é na boa. Está a apetecer-me uma saladinha. - disse eu.
Então bora lá. - disse a Matilde já pegando na mala e na toalha para se ir embora.
Acabámos por almoçar uma coisa bem leve, com o ambiente que estava e com o calor que se fazia sentir não tínhamos vontade de comer mais nada. Depois voltámos para a praia, aquele foi um dia totalmente dedicado ao bronze.
Como cê fica gata de biquíni. - sussurrou-me o David, enquanto a Matilde e o Ruben tinham ido dar um mergulho.
Tu hoje deves querer festa, deves, deves.
É não importava nada, não. - beijou-me o ombro despido. Virei-me de barriga para cima, encarando-o.
Andas muito fresco David Marinho.
É desse calor todo. - No seu rosto desenhou-se um sorriso malandro, encostou os nossos narizes e numa fracção de segundos os nossos lábios estavam unidos. Ri-me e ele rolou de forma a eu ficar por cima dele. - Amo-te. - declarou.
Também te amo meu brasuca. - dei-lhe um beijo na ponta do nariz. - Mas é melhor nos deixar-mos destas coisas aqui.
Ele sorriu e voltámos a sentar-nos nas toalhas. O sol estava-se a pôr. O David puxou-me para perto dele e eu sentei-me entre as suas pernas. Quando olhámos reparámos que a Matilde e o Rúben se aproximavam. Sentaram-se tal e qual como nós, as mãos do David rodearam a minha cintura e a felicidade preencheu-me o corpo. Eu e a Matilde entreolhámo-nos e sorrimos. Ficámos assim até o sol se acabar de pôr. Uma imagem de puro amor e amizade para acabar a tarde.
Voltámos a casa, tomamos banho e fomos jantar com a família do David. Tínhamos combinado ir sair depois de jantar com a Isabelle e com o Gustavo. Assim que acabámos de jantar voltei para o quarto, pois após o banho tinha vestido uma roupa simples e confortável, agora tinha de me ir preparar para sair. Optei por um vestido que embora mais chique era leve e confortável. O cabelo deixei-o secar ao natural e limitei-me a pôr um gancho com uma flor, o que dava um ar muito mais fresco ao look.
Estás uma gata Sofi
Obrigada amor. Tu também estás linda.
Voltámos as duas para a sala onde todos já nos esperavam. O Gustavo que entretanto já tinha chegado ficou de boca aberta quando me viu.
Sofia você está linda, meu Deus. - dei-lhe um beijinho e um abraço, pois já há muito tempo que já não o via. - Como você mudou...
Obrigado Guga, mas não mudei assim tanto. - sorri-lhe e dirigi-me para os braços do David.
Reparei no seu olhar que não tinha achado grande piada ao comentário do Gustavo e embora fossem os melhores amigos aquilo tinha-lhe caído um bocado mal. Acabámos por sair e ir até um bar que ficava na praia e que tinha música ao vivo.
Isto é mesmo Brasil. - comentou o Ruben quando entrava no bar já meio a dançar.
Fiestaaa. - juntei-me ao Ruben.
É impressão minha ou estamos sendo trocados. - ouvi o David dizer à Matilde.
Deve ser só impressão. - respondeu a Matilde soltando uma gargalhada.
Fomos ao balcão pedir bebidas e rapidamente demos por nós no meio da pista de dança. Foi dançar até não poder mais. Já me começavam a doer os pés e por isso fui-me sentar um pouco. Passados poucos segundos o Gustavo já estava sentado ao pé de mim.
Parabéns, cê dança muito bem.
Obrigado. - sorri. - Mas já devias conhecer este meu talento. - brinquei.
Fiquei conhecendo hoje.
O David continuou na pista a mostrar os seus dotes de sambista e, pelo menos uma vez, eu vi-o a olhar para mim e para o Gustavo, mas continuou como se nada fosse. Esta atitude dele deixou-me feliz, afinal de contas eu tinha percebido o desconforto dele com o comentário do Guga no inicio da noite, e agora ela tinha-se controlado. Depois de "descansar" voltei à pista de dança. Puxei o David e beijei-o.
Obrigado.
Obrigado de quê? - ficou confuso.
Apenas voltei a beijá-lo e dançámos durante mas algum tempo. Quando finalmente nos cansámos decidimos voltar para casa. E uma longa noite ainda nos esperava.

Como irá correr a noite?

Desculpem ter estado tanto tempo sem postar, mas tem sido muito complicado ultimamente vir à net, mais uma vez desculpem. Espero que não tenham desistido e que continuem a comentar.
Espero que gostem.
Beijinhos :)




domingo, 20 de março de 2011

51º Capitulo (preview)

Parámos de nadar, mas eu naquela zona já não tinha pé.
David eu aqui não tenho pé, temos de ir mais para trás. - reclamei.
Vem cá. Que refilona cê me saiu. - puxou-me para ele e beijou-me. - Então veja lá se se afoga. - realmente com ele a agarrar-me ficava muito melhor
Que piada oh zuca. - ripostei.
Ele apertou-me mais contra o seu corpo e enterrou a sua cara no meu pescoço, ia me dando pequenos beijos, que me faziam soltar pequenas gargalhadas. Parou e olhou para mim, sorriu. Eu fiquei hipnotizada com o seu olhar, aqueles olhos verdes tiravam-me do sério, o olhar dele era tão verdadeiro... E transmitia-me tanta segurança. Comecei por lhe dar pequenos beijos no rosto, até chegar à sua boca. Finalmente os nossos lábios juntaram-se e as nossas línguas, essas dançavam num ritmo apaixonado e vibrante. Já se entendiam na perfeição, já se conheciam a 100%. As minhas pernas rodearam o tronco do David, como se o quisessem prender para o resto da vida, o desejo apoderava-se de nós. A água fazia os nossos corpos balançarem e por breves momentos esquecemos a presença de qualquer pessoa naquela praia. Os caracóis molhados do David, por vezes, faziam pequenos salpicos de água pousar sobre o meu rosto, o gosto salgado dos nossos lábios dava sabor àquele momento. O desejo que nos consumia era incontrolável e embora estivéssemos num sitio publico naquele momento só existíamos nós. Se era do clima, do calor?! Quem saberia? Apenas de uma coisa tínhamos a certeza, mais do que a relação carnal presente naquele momento, havia amor. As mãos do David pousaram sobre as fitas que prendiam a parte de cima do meu biquíni ao meu corpo.

Meninas MUITO OBRIGADO pelos comentários. Peço desculpa por não ter postado mais rápido e por agora postar apenas a preview, mas tenho andado mesmo sem tempo. Acho que assim sempre consigo satisfazer alguma da vossa curiosidade ;) Espero que gostem!!
Beijinho, Sofia Carvalho

terça-feira, 15 de março de 2011

50º Capitulo

Estivemos ainda um bom bocado a jogar voleibol e quando finalmente parámos já íamos na terceira rodada, porque cada vez que a diferença pontual era muita o menino da equipa que estava a perder pedia para voltarmos ao zero. No último jogo eu e o David perdemos e ele ficou com uma azia daquelas. O Rúben também não ajudava.
O zuca perdeu a jogar em casa. - gozava o Rúben.
Oh não me venha zoar, sim? - resmungava o David amuado.
Isto é demais é que até no Brasil eu te ganho meu... - o Rúben continuava a picá-lo e o David amuava.
Oh amor deixa lá, também perdeste o primeiro jogo. - tentava, a Matilde, acalmar o Rúben.
Não lembres isso agora.
Pois cê só se lembra dos jogos que ganha, é muito engraçado. - defendia-se o David.
Faz-me lembrar alguém. - disse eu, a verdade é que adorava picar o David.
De um ao outro venha o Diabo e escolha. - disse a Matilde.
Com tanta conversa já estávamos de novo nas toalhas e com a última afirmação da Matilde o Rúben começou a fazer-lhe cócegas e riam os dois que nem uns perdidos, a Matilde por causa das cócegas e o Rúben por ver a "aflição" dela. O sol estava quente.
Vamo' dar um mergulho? - perguntou-me.
Ai não sei, estou cansada. - fiz-me de difícil.
Vem, eu levo você no colo. - levantou-se e deu-me as mãos para me puxar.
Nem penses, colo não.
Então olha vem andando por seu pé. - deitou-me a língua de fora.
Então olha vai dar um mergulho sozinho. - cruzei os braços e virei-me de costas para ele.
Não vou,  não. Cê vem comigo que eu sei. - afirmou rodeando a minha cintura com os seus braços e dando-me um beijo na face.
Muito convencido que o menino anda. - sorri.
Realista Sofia, realista.
Pois, pois. Então meninos vocês vêm? - perguntei ao Rúben e à Matilde que entretanto já se tinham deitado a apanhar sol.
Ai eu agora não. Vou ficar aqui a torrar. - respondeu a Matilde.
Pois, olha o protector. Já estou a ver a Matilde a entrar em casa e o Pedro "Tchii quem é essa escura que vem contigo?" - rimos todos.
Não me admirava nada. Mas quero ficar moreninha.
Também eu, mas agora vou dar um mergulhinho.
Manz cê vem ou não?
Não estou cansado. Fico com a minha princesa. - respondeu dando um leve beijo nos lábios da Matilde.
Eu e o David seguimos em direcção ao mar, íamos na brincadeira e a verdade é que o jogo me tinha deixado mesmo cansada.
Amor leva-me às cavalitas. - saltei para as costas dele.
Pois colo não queria, mas para ir ás cavalitas...
Gostas pouco gostas. - respondi-lhe ao ouvido, o que o fez ficar arrepiado.
Não faz isso Sofia.
Porquê? - perguntei e dei-lhe um beijo no pescoço.
Porque eu estou sempre a tempo de me vingar...
Já estou cheia de medo.
O David num acto rápido largou as minhas pernas com a intenção de eu me largar das suas cavalitas. Mas assim que ele me largou as pernas eu cruzei-as em torno do seu corpo. Com essa atitude ele riu.
Já devias saber que eu me desenrasco sempre.
Sim, cê anda sempre um passo à frente.
Ah pois é. - dei-lhe mais dois beijos no pescoço e pus-me no chão.
Ele puxou-me por uma mão e beijou-me suavemente, já nos encontrávamos à beira-mar.
Não pode fazer isso, me deixa louco. - abraçou-me e levantou-me, por breves momentos, do chão. - Te amo.
E é mau deixar-te louco? - perguntei entrando mais no mar.
Mau não, perigoso... Há muita gente aqui. - fez um sorriso maroto.
Ele já se chegava perto de mim e eu com o pé fiz com que alguma água "saltasse" na sua direcção. Veio na minha direcção para me agarrar e para se vingar, mas eu ainda consegui fugir, ainda que por pouco tempo. Era isto que me irritava no facto de ele ser jogador de futebol, é que estava sempre em óptima forma física e isso fazia-se sentir sempre que tentava fugir dele. Assim que me apanhou, empurrou-me. Molhei-me de uma vez, o que valia é que nas águas do Brasil isto não custava nada, se fosse nas águas frias de Portugal... Ele mergulhou logo de seguida. Estávamos com agua pela cintura e as brincadeiras e trocas de carinho continuavam.
Ficas tão fofinho assim com os caracóis encharcados. - disse-lhe enquanto as minhas mãos passavam pelos seus cabelos.
E você fica tão sexy de biquíni. - as mãos dele permaneciam na minha cintura.
Oh menino David ultimamente andas muito maroto. Os ares do Brasil andam a fazer-te mal.
É você que em deixa assim.
Beijou-me novamente, os seus lábios salgados colaram-se aos meus, as nossas línguas entendiam-se na perfeição. Ele parou o beijo e pediu-me que o seguisse, nadámos até ao sitio mais longínquo onde tínhamos pé.

Espero que gostem :)
Beijinhos*